Estou lendo o livro Pedagogia do Amor, do Gabriel Chalita. O autor faz uma reflexão sobre valores e sentimentos, que nos parecem universais e eternos, mas que estão tão em falta no mundo moderno.
Imaginem que sociedade construiríamos se em todas as nossas escolas, lares, igrejas, clubes, associações, e demais instituições formadoras, fosse ensinado as crinaçs, desde a mais tenra idade, a importância do: Amor, Amizade, Idealismo, Coragem, Esperança, Trabalho, Humildade, Sabedoria, Respeito e Solidariedade.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Natal
Que sentimento dúbio!
Hoje é Natal. Tenho certeza que Jesus nasceu. Sei também que Ele nasceu para nos salvar. Que veio ao mundo para nos ensinar que Deus é Pai, um pai que não descuida um minuto sequer de nenhum de seus filhos. Veio nos ensinar a amar uns aos outros. E para ficar conosco. Ele disse "Eu estarei convosco até o fim". Por tudo isso, hoje tem que ser um dia de alegria.
Mas como convencer meu coração? Como explicar tudo isso a ele? O sentimento que está me apertando lá no fundo não é alegria. É tristeza.
Sei que estou sendo egoísta, pois Deus permitiu que eu passasse a noite de Natal com meus filhos, com minha mulher e com meu genro. Aliás, minha filha e meu genro viajaram 400 km para passar essa noite conosco. Portanto a minha felicidade deveria ser completa, certo? Errado. Faltou minha mãe.
Faltaram outras pessoas importantes também. Faltou meu irmão, minha cunhada, meus sobrinhos e minha tia. Faltou meu cunhado, minha cunhada e minhas outras duas sobrinhas, mas esses estavam viajando. Faltou meu pai já falecido. Posso dizer que faltaram também meus tios/padrinhos, suas filhas, os maridos delas e suas netas, também minhas sobrinhas, mas eles não têm o hábito de passar o Natal conosco, apesar do carinho que nos une. Mas faltou principalmente minha mãe.
Como é importante para mim e para miha esposa as reuniões de família! Desde que casamos sempre foi assim, tudo era motivo para reunião. E que alegria! As crianças pequenas correndo, falatório dos adultos. Bençãos de Deus. Orgulho nosso.
Até que um dia, por uma razão inexplicável, por um motivo fútil, uma reunião dessas terminou mal. Já se passaram quase 2 anos e nunca mais foi a mesma coisa. O cristal se partiu. Eu tinha perdido meu pai havia pouco tempo, minha filha tinha casado e mudado de Estado, ou seja, já estava me sentindo carente e perdi minha família. Pode ser até um exagero, pois ainda os tenho por perto, mas perdi aquela família, que se reunia daquele jeito. Mas isso é outra história, que conto outro dia.
Esse ano foi muito difícl para nós. Convivemos com problemas de saúde da minha mãe, da minha sogra, da minha tia e do meu padrinho. E pensamos em reunir novamente o clã. Foi um esforço enorme. O tempo que temos disponível é pouco, mas seguimos com a nossa idéia. E aí tudo deu errado.
Já falei de todas as ausências. Mas tinhamos a certeza que minha mãe, meu irmão e sua família estariam conosco. Mas não foi assim.
A reunião foi na casa da minha sogra. Meu irmão levou minha mãe e minha tia para ceiarem na casa dele. E disseram que depois iriam para lá. As 23:30 horas minha cunhada ligou dizendo que minha mãe não estava passando bem e que a estavam levando para casa dela. Pronto, era o fim do Natal. Ceiamos e nos confraternizamos, eu, minha mulher, meus filhos, meu genro, minha sogra, minha cunhada (irmã da minha esposa) e seus 3 filhos.
Mais tarde, quando minha mãe melhorou, meu irmão levou-a para nos encontrar, mas já passava de 1 hora da manhã. Ficamos muito pouco tempo juntos.
O Almoço de hoje, como de costume, minha mãe foi para casa da minha madrinha, irmã dela, com meu irmão e sua família e eu fiquei com a minha família na casa da minha sogra, com as mesmas pessoas de ontem. Estranho falar meu irmão com sua família e eu com a minha, como se não fóssemos uma só família.
Um ano complicado, em que passei várias dificuldades com a minha mãe, que graças a Deus estamos conseguindo superar. Pensei que passaria o Natal com ela mas não pude. Isso me entristeceu muito.
Como disse, sei que é egoismo meu, pois tenho que agradecer a Deus por não ter sido nada grave e ela já estar boa, mas no meu coração ficou esse vazio. Preciso intensificar minhas orações. Mas vida que segue. Amanhã será um novo dia e estaremos juntos, com a graça de Deus, continuaremos nossa caminhada, que espero seja ainda bem longa.
FELIZ NATAL PARA TODOS!
Hoje é Natal. Tenho certeza que Jesus nasceu. Sei também que Ele nasceu para nos salvar. Que veio ao mundo para nos ensinar que Deus é Pai, um pai que não descuida um minuto sequer de nenhum de seus filhos. Veio nos ensinar a amar uns aos outros. E para ficar conosco. Ele disse "Eu estarei convosco até o fim". Por tudo isso, hoje tem que ser um dia de alegria.
Mas como convencer meu coração? Como explicar tudo isso a ele? O sentimento que está me apertando lá no fundo não é alegria. É tristeza.
Sei que estou sendo egoísta, pois Deus permitiu que eu passasse a noite de Natal com meus filhos, com minha mulher e com meu genro. Aliás, minha filha e meu genro viajaram 400 km para passar essa noite conosco. Portanto a minha felicidade deveria ser completa, certo? Errado. Faltou minha mãe.
Faltaram outras pessoas importantes também. Faltou meu irmão, minha cunhada, meus sobrinhos e minha tia. Faltou meu cunhado, minha cunhada e minhas outras duas sobrinhas, mas esses estavam viajando. Faltou meu pai já falecido. Posso dizer que faltaram também meus tios/padrinhos, suas filhas, os maridos delas e suas netas, também minhas sobrinhas, mas eles não têm o hábito de passar o Natal conosco, apesar do carinho que nos une. Mas faltou principalmente minha mãe.
Como é importante para mim e para miha esposa as reuniões de família! Desde que casamos sempre foi assim, tudo era motivo para reunião. E que alegria! As crianças pequenas correndo, falatório dos adultos. Bençãos de Deus. Orgulho nosso.
Até que um dia, por uma razão inexplicável, por um motivo fútil, uma reunião dessas terminou mal. Já se passaram quase 2 anos e nunca mais foi a mesma coisa. O cristal se partiu. Eu tinha perdido meu pai havia pouco tempo, minha filha tinha casado e mudado de Estado, ou seja, já estava me sentindo carente e perdi minha família. Pode ser até um exagero, pois ainda os tenho por perto, mas perdi aquela família, que se reunia daquele jeito. Mas isso é outra história, que conto outro dia.
Esse ano foi muito difícl para nós. Convivemos com problemas de saúde da minha mãe, da minha sogra, da minha tia e do meu padrinho. E pensamos em reunir novamente o clã. Foi um esforço enorme. O tempo que temos disponível é pouco, mas seguimos com a nossa idéia. E aí tudo deu errado.
Já falei de todas as ausências. Mas tinhamos a certeza que minha mãe, meu irmão e sua família estariam conosco. Mas não foi assim.
A reunião foi na casa da minha sogra. Meu irmão levou minha mãe e minha tia para ceiarem na casa dele. E disseram que depois iriam para lá. As 23:30 horas minha cunhada ligou dizendo que minha mãe não estava passando bem e que a estavam levando para casa dela. Pronto, era o fim do Natal. Ceiamos e nos confraternizamos, eu, minha mulher, meus filhos, meu genro, minha sogra, minha cunhada (irmã da minha esposa) e seus 3 filhos.
Mais tarde, quando minha mãe melhorou, meu irmão levou-a para nos encontrar, mas já passava de 1 hora da manhã. Ficamos muito pouco tempo juntos.
O Almoço de hoje, como de costume, minha mãe foi para casa da minha madrinha, irmã dela, com meu irmão e sua família e eu fiquei com a minha família na casa da minha sogra, com as mesmas pessoas de ontem. Estranho falar meu irmão com sua família e eu com a minha, como se não fóssemos uma só família.
Um ano complicado, em que passei várias dificuldades com a minha mãe, que graças a Deus estamos conseguindo superar. Pensei que passaria o Natal com ela mas não pude. Isso me entristeceu muito.
Como disse, sei que é egoismo meu, pois tenho que agradecer a Deus por não ter sido nada grave e ela já estar boa, mas no meu coração ficou esse vazio. Preciso intensificar minhas orações. Mas vida que segue. Amanhã será um novo dia e estaremos juntos, com a graça de Deus, continuaremos nossa caminhada, que espero seja ainda bem longa.
FELIZ NATAL PARA TODOS!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
MORRE LENTAMENTE
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite, pelos menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Não esqueça de ser Feliz!
Marta Medeiros
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite, pelos menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
Não esqueça de ser Feliz!
Marta Medeiros
A corrida de sapinhos
Era uma vez uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma multidão assistindo, muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição, mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: Que pena!!! Esses sapinhos não vão conseguir, não vão conseguir.
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo.
A multidão continua gritando: Que pena!!! Vocês não vão conseguir!
Os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo, embora cada vez mais arfante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele.
A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como como ele havia conseguido concluir a prova, aí descobriram que ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças do seu coração!
Lembre-se sempre: "há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos". Portanto, procure sempre ser POSITIVO!
Seja "surdo" quando alguém lhe diz que você não pode realizar seus sonhos.
Autor Desconhecido
Havia no local uma multidão assistindo, muita gente para vibrar e torcer por eles.
Começou a competição, mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: Que pena!!! Esses sapinhos não vão conseguir, não vão conseguir.
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo.
A multidão continua gritando: Que pena!!! Vocês não vão conseguir!
Os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo, embora cada vez mais arfante.
Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele.
A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como como ele havia conseguido concluir a prova, aí descobriram que ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sábias esperanças do seu coração!
Lembre-se sempre: "há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos". Portanto, procure sempre ser POSITIVO!
Seja "surdo" quando alguém lhe diz que você não pode realizar seus sonhos.
Autor Desconhecido
terça-feira, 3 de novembro de 2009
PENSAMENTO DO DIA
"Entender a vontade de Deus nem sempre é facil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano pra nossa vida faz a caminhada valer à pena".
domingo, 1 de novembro de 2009
SAUDADES DO MEU PAI
Amigos,
Outro dia acordei com saudades do pai, falecido há 3 anos. Até hoje tem dias que a saudade dele ainda me doi muito forte.
Nesse dia, a providência divina colocou o livro "Cartas entre Amigos" - Gabriel Chalita e Padre Fábio de Melo - em minhas mãos. Na 1ª carta, Gabriel Chalita diz que está triste, pois está com saudades de seu pai, também falecido. E aí ele escreveu algo que me tocou: "Ele não está aqui comigo. Está em mim, porque trago muito do que ele deixou. Mas não me abraça. Não sorri para mim. Não me diz coisas que cicatrizem as minhas feridas, Tenho saudade do meu pai."
Essa é uma verdade profunda e eu a vivo constantemente.
A partida do meu pai foi uma perda irreparável. Ele sempre foi uma pessoa ríspida, bruta, algumas vezes intransigente, marcada por uma vida dura, não sabia demonstrar muito seus sentimentos, não tenho muitas lembranças de seus abraços. Mas sua presença sempre foi muito marcante para mim. A certeza de que ele estava lá, ao alcance das mãos, me dava segurança. A experiência de orfantadade tem sido dolorosa. Perdi minha fortaleza.
Quando havia uma crise, era dele a palavra final. Mesmo quando cresci e tive que tomar as minhas decisões, nos momentos mais críticos ele estava ao meu lado e sua concordância me dava coragem para seguir em frente. E agora, cadê meu apoio? Como ter certeza de que tomei a decisão mais acertada?
Quanto a ele estar em mim, é uma certeza que chega a ser assustadora. Quantas vezes me pego em gestos que reconhecia serem dele. Outro dia me fotografaram no trabalho e a expressão na foto não é minha, é dele.
Minha fé me dá a certeza que ele cumpriu sua missão, que está na glória de Deus. Mas é impossível não sentir saudade.
Por enquanto, o que me resta é seguir vivendo, me inspirando em seu exemplo de honestidade, correção, dedicação ao trabalho e a família. Espero ter aprendido bem as lições e consiga cumprir com a minha missão. Com a Ajuda de Deus, com o Amor de Nossa Senhora e as Bençãos do meu pai.
Outro dia acordei com saudades do pai, falecido há 3 anos. Até hoje tem dias que a saudade dele ainda me doi muito forte.
Nesse dia, a providência divina colocou o livro "Cartas entre Amigos" - Gabriel Chalita e Padre Fábio de Melo - em minhas mãos. Na 1ª carta, Gabriel Chalita diz que está triste, pois está com saudades de seu pai, também falecido. E aí ele escreveu algo que me tocou: "Ele não está aqui comigo. Está em mim, porque trago muito do que ele deixou. Mas não me abraça. Não sorri para mim. Não me diz coisas que cicatrizem as minhas feridas, Tenho saudade do meu pai."
Essa é uma verdade profunda e eu a vivo constantemente.
A partida do meu pai foi uma perda irreparável. Ele sempre foi uma pessoa ríspida, bruta, algumas vezes intransigente, marcada por uma vida dura, não sabia demonstrar muito seus sentimentos, não tenho muitas lembranças de seus abraços. Mas sua presença sempre foi muito marcante para mim. A certeza de que ele estava lá, ao alcance das mãos, me dava segurança. A experiência de orfantadade tem sido dolorosa. Perdi minha fortaleza.
Quando havia uma crise, era dele a palavra final. Mesmo quando cresci e tive que tomar as minhas decisões, nos momentos mais críticos ele estava ao meu lado e sua concordância me dava coragem para seguir em frente. E agora, cadê meu apoio? Como ter certeza de que tomei a decisão mais acertada?
Quanto a ele estar em mim, é uma certeza que chega a ser assustadora. Quantas vezes me pego em gestos que reconhecia serem dele. Outro dia me fotografaram no trabalho e a expressão na foto não é minha, é dele.
Minha fé me dá a certeza que ele cumpriu sua missão, que está na glória de Deus. Mas é impossível não sentir saudade.
Por enquanto, o que me resta é seguir vivendo, me inspirando em seu exemplo de honestidade, correção, dedicação ao trabalho e a família. Espero ter aprendido bem as lições e consiga cumprir com a minha missão. Com a Ajuda de Deus, com o Amor de Nossa Senhora e as Bençãos do meu pai.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A MELHOR RELIGIÃO
Amigos,
recebi esse texto por e-mail e resolvi postá-lo, pois acredito ser uma grande verdade:
Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.
Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:
- "Santidade, qual é a melhor religião?" (Your holiness, what's the best religion?)
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito. É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
- "Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável...
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo...
Lembremos:
"O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos".
A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade:
"Terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros".
Para muitos, ser feliz não é questão de destino.
É de escolha.
Pense nisso.
recebi esse texto por e-mail e resolvi postá-lo, pois acredito ser uma grande verdade:
Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.
Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:
- "Santidade, qual é a melhor religião?" (Your holiness, what's the best religion?)
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito. É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
- "Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável...
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo...
Lembremos:
"O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos".
A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade:
"Terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros".
Para muitos, ser feliz não é questão de destino.
É de escolha.
Pense nisso.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Aos Mestres
“O estudo da gramática não faz poetas. O estudo da harmonia não faz compositores. O estudo da psicologia não faz pessoas equilibradas. O estudo das "ciências da educação" não faz educadores. Educadores não podem ser produzidos. Educadores nascem”.
Ruben Alves
A todos aqueles que nasceram com esse dom divino. O dom de educar as gerações e de preparar o futuro, meu carinho e minha admiração.
Feliz Dia dos Mestres!
Ruben Alves
A todos aqueles que nasceram com esse dom divino. O dom de educar as gerações e de preparar o futuro, meu carinho e minha admiração.
Feliz Dia dos Mestres!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Estou quase virando fã desta escritora. Hehehehe
Brincadeirinha, mas postei mais esse texto da Martha Medeiros, que serve como uma homenagem à Regina e para Têca, minha prima, esta fã de fato da Martha.
Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente,está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'..
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
Brincadeirinha, mas postei mais esse texto da Martha Medeiros, que serve como uma homenagem à Regina e para Têca, minha prima, esta fã de fato da Martha.
Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente,está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'..
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Estou postando o texto a seguir, de autoria da Martha Medeiros, em homenagem à minha prima Têca, que é fã da autora e porque o texto é brilhante e nos leva a refletir. Parece dirigido às mulheres, mas servem para os homens também.
A massacrante felicidade dos outros
Martha Medeiros (gaúcha, 44 anos, jornalista e poeta).
Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.. Estamos todos no mesmo barco.
Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.
Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?
Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são - ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.
As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.
Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexy’s, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada; todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um
mundo de faz-de-conta..
Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?
Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.
A massacrante felicidade dos outros
Martha Medeiros (gaúcha, 44 anos, jornalista e poeta).
Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.. Estamos todos no mesmo barco.
Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.
Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?
Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são - ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.
As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.
Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexy’s, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada; todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um
mundo de faz-de-conta..
Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?
Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Abertura
Queridos amigos,
este blog é um espaço de troca de experiências. Experiências profissionais e de vida. Aqui podemos falar um pouco de tudo, principalmente educação, religião, esportes, livros, filmes e músicas.
Deus permita que seja um lugar de crescimento para todos nós.
Beijos no coração de todos.
Claudio
este blog é um espaço de troca de experiências. Experiências profissionais e de vida. Aqui podemos falar um pouco de tudo, principalmente educação, religião, esportes, livros, filmes e músicas.
Deus permita que seja um lugar de crescimento para todos nós.
Beijos no coração de todos.
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